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Estudantes brasileiros vencem competição internacional de tecnologia
0Publicado em UOL
Dois alunos da USP (Universidade de São Paulo) foram os vencedores da competição de desenvolvimento de software TechCrunch Disrupt London Hackathon na categoria inteligência musical. A maratona de programação é promovida anualmente pelo site de notícias norte-americano TechCrunch, um dos mais importantes nas áreas de tecnologia.
Rodrigo L. Fernandez e Henrique F. Lopes estudam engenharia eletrônica e engenharia mecatrônica, respectivamente, e com mais outros sete integrantes de diversos países (China, Espanha, Grécia, Índia, Líbia) desenvolveram e programaram o software chamado Musicracy (junção das palavras “Music” e “Democracy”). A competição foi realizada em Londres nos dias 5 e 6 de dezembro do ano passado.
O aplicativo criado pelos estudantes permite que convidados de uma festa possam votar para escolher as músicas que serão tocadas – por isso a escolha da palavra “democracy” (democracia) para o nome. As canções mais votadas são tocadas por ordem de popularidade. A equipe foi premiada com mil euros pela startup de inteligência musical Humm.
“Em meio a 80 equipes, ficamos em primeiro lugar na categoria de Music Intelligence! O prêmio em dinheiro pro time ficou pequeno perto do valor da conquista”, publicou Rodrigo em seu perfil em uma rede social.
Os estudantes fazem intercâmbio acadêmico na University of Surrey, no Reino Unido, pelo programa Ciência sem Fronteiras.
Hackathon
Na maratona de programação os participantes possuem 24h para criar, desenvolver e apresentar um projeto completo na área de tecnologia. A competição é conhecida por reunir importantes líderes de empresas, investidores, empreendedores e programadores.
Dilma vai concluir mandato sem saber se Ciência sem Fronteiras deu certo
0Publicado em Folha de S.Paulo
Uma das maiores frustrações de quem elabora políticas de educação é a demora para que os resultados comecem a aparecer. Com a presidente Dilma Rousseff não será diferente: a petista deve terminar o mandato sem saber se uma das principais bandeiras da sua gestão –o programa Ciência sem Fronteiras– funcionou para valer.
A ideia era enviar 100 mil estudantes brasileiros de ensino superior, de graduação e de pós, para passar um tempo em universidades estrangeiras. A proposta é que esses estudantes, ao retornarem ao Brasil, consigam trazer um pouco do que aprenderam lá fora entre os melhores e, assim, promovam algumas mudanças. O problema é que os impactos desse tipo de intercâmbio internacional em massa só começam a ser sentidos um tempão depois do retorno desses estudantes.
O programa federal já consumiu mais de R$ 3 bilhões do orçamento público de dois ministérios (de Ciência, Tecnologia e Inovação e de Educação). É muito dinheiro. Hoje, está bem perto das metas: 70 mil brasileiros já foram estudar lá fora e voltaram desde que o programa foi lançado, há quatro anos. Ainda há 30 mil deles no exterior.
De quem participou do CsF, um em cada três bolsistas foi para os Estados Unidos, onde estão as melhores universidades que existem.
Entre as escolas preferidas pelos brasileiros nos EUA estão a Universidade da Califórnia, a Universidade do Estado da Califórnia e a Universidade do Estado de Nova Iorque –instituições que figuram entre as 40 melhores do mundo, de acordo com o último ranking britânico de universidades “THE”. Para se ter uma ideia do que isso significa, a melhor do Brasil, a USP, não está nem entre as 200 melhores do mundo nesse mesmo ranking.
“Esses meninos vão transformar a ciência nacional”, diz a bióloga Helena Nader, presidente da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência). Ela é tão entusiasta do programa que acabou criando uma espécie de tradição: desde 2012, a reunião anual da SBPC sempre traz uma sessão especial com relatos de ex-bolsistas do programa federal. Todos animados, cheios de ideia. Sim, dá gosto de ver.
MODELO CHINÊS
O projeto, no entanto, não é exatamente novo: o que o Brasil está fazendo agora é mais ou menos o que a China começou a fazer há alguns anos com o objetivo único de desenvolver o país.
Hoje, um em cada três estudantes estrangeiros nos Estados Unidos, adivinhe, é chinês! São mais de 300 mil chineses circulando agora em universidades de ponta dos EUA. A maioria deles está matriculada em áreas como administração, engenharias e computação –que são justamente algumas das prioridades do programa de intercâmbio brasileiro (para o desgosto e chororô de quem é de Humanas).
Quem está nos EUA, seja pelo CsF ou por outro tipo de apoio, relata uma espécie de mudança de comportamento nas universidades de elite: “A presença de brasileiros nas universidades dos EUA fez com que os americanos tivessem contato com um Brasil que eles desconheciam”, explica Eduardo Rubini, 19, que estuda economia na Universidade de Chicago. “Eles viram que não somos apenas uma república das bananas.”
Sim, a presença de brasileiros “top” em escolas igualmente “top” mundo afora pode estimular a colaboração entre o Brasil e países mais desenvolvidos. Esse é outro resultado do programa bem difícil de mensurar. Coincidência ou não, o número de estudantes dos EUA no Brasil mais do que dobrou de 2003 a 2013, passando de 1.554 para 4.223 –e ainda deve aumentar, se der certo a versão estadunidense do Ciência sem Fronteiras, encabeçado pelo presidente Obama (leia aqui).
Por aqui, no Brasil, há quem diga que corremos o risco de que alguns dos beneficiados pelo intercâmbio acabem ficando em território estrangeiro, fenômeno conhecido como “fuga de cérebros”. Sim, é um risco maior no Brasil do que na China, país ditatorial. Mas, afinal, o que será de um país que não pretende correr riscos?
Fies tem novas regras oficializadas pelo MEC no Diário Oficial da União
0Mudanças só valerão para os próximos contratos.
Portaria foi publicada na edição desta terça do DOU.
Publicado no G1
O Ministério da Educação (MEC) publicou na edição desta sexta-feira (3) do “Diário Oficial da União” uma portaria que oficializa as novas regras para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) no segundo semestre de 2015 anunciadas pelo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro.
De acordo com a publicação, os cursos com notas 5 e 4 terão mais vagas ofertadas. A portaria indica também que haverá prioridade para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste (excluindo Distrito Federal) e em carreiras como engenharia, áreas da saúde e formação de professores.
A segunda edição do programa já havia sido anunciada em 8 de junho pelo ministro. Agora, o programa de financiamento terá juros de 6,5% e novo teto de renda familar para participar do programa.
Veja abaixo as principais mudanças no Fies:
TAXA DE JUROS
COMO SERÁ: 6,5% ao ano
ANTERIOR: Antes, até outubro de 2006, eram de 9%. Depois, até agosto de 2009, passou a ficar entre 3,5% e 6,5%. Desde março de 2010 os juros são de 3,4% ano ano.
JUSTIFICATIVA: Ministérios dizem que buscam “fortalecer a sustentabilidade do programa, para que, no médio prazo, novos alunos sejam financiados pelos formados”. Outra razão é corrigir distorção com o mercado de crédito.
TETO DA RENDA FAMILIAR
COMO SERÁ: Limite é a renda per capita de 2,5 salários mínimos.
ANTERIOR: Renda familiar bruta de 20 salários mínimos.
JUSTIFICATIVA: “O Fies é para os estudantes que são mais pobres e precisam de financiamento. Não é mais (a família com renda de) até R$ 15 mil que tem direito ao Fies, são valores mais baixos, mas que ainda atingem muitas pessoas”, afirmou o ministro da Educação. O governo diz que 90% das famílias brasileiras estão no novo limite de renda.
PRIORIDADES PARA CURSOS DE TRÊS ÁREAS
COMO SERÁ: As áreas de engenharias, formação de professores (licenciaturas, pedagogia ou normal superior) e saúde serão prioritárias.
ANTERIOR: Não havia definição de critério.
JUSTIFICATIVA: Cursos são considerados estratégicos para o desenvolvimento do país ou para atendimento de demandas sociais. Alunos de outros cursos continuarão a ser atendidos.
CURSOS COM NOTAS ALTAS TERÃO PRIORIDADE
COMO SERÁ: Foco serão os cursos com notas 5 e 4 no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES).
ANTERIOR: MEC exigia avaliação positiva no Sinaes. No primeiro semestre, passou a adotar o critério e cursos com nota 4 ou 5 somaram 52% dos financiamentos.
JUSTIFICATIVA: Ministério diz que cursos com nota três no Sinaes ainda serão financiados, mas em patamares menores do que os das áreas consideradas prioritárias.
PRIORIDADE PARA TRÊS REGIÕES DO BRASIL
COMO SERÁ: Será priorizado o atendimento de alunos matriculados em cursos nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste (excluindo Distrito Federal).
ANTERIOR: Não havia recorte de prioridade para regiões ou estados. E 60% dos contratos eram com estudantes de estados do Sul, do Sudeste ou Distrito Federal.
JUSTIFICATIVA: Ministério diz que decisão se soma a “outras várias políticas sociais federais que buscam corrigir as desigualdades regionais”. Alunos de outros estados continuarão a ser atendidos, mas em patamares menores do que os das áreas consideradas prioritárias.
VALIDADADE DAS MUDANÇAS
COMO SERÁ: Mudanças só valerão para os próximos contratos.
JUSTIFICATIVA: “Você não pode mudar um contrato por vontade unilateral. O governo firmou um contrato com milhões de estudantes com determinadas regras e essas regras serão mantidas e respeitadas”, disse o ministro Renato Janine Ribeiro.
NOTAS MÍNIMAS NO ENEM
COMO SERÁ: Alunos precisam de 450 pontos na média do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) e nota diferente de zero na redação.
ANTERIOR: A mudança passou a valer para contratos firmados neste ano. Antes, só era preciso ter prestado o exame.
JUSTIFICATIVA: A iniciativa busca aumentar o nível dos profissionais formados com apoio do financiamento público, de acordo com o governo.
UNIVERSIDADES DARÃO DESCONTO EM MENSALIDADES
COMO SERÁ: Instituições participantes vão oferecer um desconto de 5% sobre a mensalidade para os estudantes com contrato do Fies.
ANTERIOR: Estudante pagava a mensalidade mais barata cobrada na instituição pelo curso.
JUSTIFICATIVA: “O governo é um grande comprador de cursos pelo Fies. Ao ser um grande comprador ele deve se beneficiar de descontos que são dados de modo geral quando você compra em grandes quantidades. Calculando 5%, quer dizer que três mil vagas das 61,5 mil são geradas por essa nova economia”, afirmou o ministro.
PRAZO PARA PAGAMENTO
COMO SERÁ: Três vezes a duração do curso
ANTERIOR: Até 2010, era de duas vezes a duração.
Crescimento do Fies
A reformulação do Fies em 2015 ocorreu depois de o programa crescer de forma exponencial nos últimos anos. Ao mesmo tempo, o MEC precisou fazer ajustes no orçamento diante de cortes do ajuste fiscal.
Segundo o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o Fies gastou R$ 13,7 bilhões em 2014.
Entre fevereiro e agosto do ano passado, o governo federal publicou três medidas provisórias para abrir crédito extraordinário para o Fies, que passou a atender também a alunos de mestrado, doutorado e cursos técnicos.
Para conter gastos, o MEC decidiu limitar o prazo para pedido de novos contratos (antes, era possível entrar com a solicitação em qualquer momento do semestre letivo), vincular a aceitação do pedido de financiamento a cursos com notas mais altas nos indicadores de qualidade, privilegiar instituições de ensino fora dos grandes centros e exigir que os estudantes interessados em contratos de financiamento do governo tivessem média de pelo menos 450 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
As novas restrições no programa, porém, se depararam com a crescente demanda dos estudantes e o resultado foi um período de instabilidade nos sistema, devido à grande procura por novos contratos, e o esgotamento da verba do Fies de todo o ano de 2015 para novos contratos.
O orçamento do Fies para novos contratos durante todo o ano de 2015 era de R$ 2,5 bilhões e, segundo o ministro, essa verba foi gasta inteiramente para atender aos 252.442 novos contratos fechados no prazo do primeiro semestre. Segundo o MEC, 178 mil pessoas tentaram celebrar novos contratos e não conseguiram.
Por isso, a segunda edição do programa para novos contratos ficou indefinida até que o governo federal finalizasse o reajuste orçamentário.
22 lugares em São Paulo que todo amante de livros precisa conhecer
0De livrarias a cemitério. Inspirado no livro Rotas literárias de São Paulo.
Iran Giusti, no BuzzFeed
1. Faculdade de Direito Largo São Francisco – Universidade de São Paulo
Fundada em 1827 a Faculdade de Direito Largo São Francisco foi por décadas a única instituição de ensino da área de humanas ficando conhecida por seus ilustres pensadores. Lá se formaram nomes como Castro Alves, José de Alencar, Monteiro Lobato, Hilda Hilst e Décio Pignatari.
A visita ao pátio e às arcadas são abertas ao público porém quem se interessar por desbravar espaços fechados como a biblioteca, o salão nobre, a sala São Leopoldo e o célebre tumulo de Júlio Frank pode participar de uma visita monitorada na última sexta-feira de cada mês. Para se inscrever basta ligar no (11) 3111-4053. A visita tem cerca de uma hora e meia de duração.
A Faculdade fica localizada no centro da cidade e você pode saber mais sobre ela aqui.
2. Casa Guilherme de Almeida
Localizada no bairro do Pacaembu, a casa do poeta, tradutor, dramaturgo e jornalista Guilherme de Almeida preserva a história do célebre ex-morador e da cidade de São Paulo como poucos poucos lugares. Desconhecido do grande público, Guilherme foi nome importante na Revolução de 32 que marcou a cidade. Para saber mais clique aqui.
3. Instituto Goethe
O Goethe-Institut São Paulo é responsável por diversos eventos culturais que apresentam o intercâmbio entre a cultura do país com a alemã. Além dos eventos ligados ao ensino, música, literatura, esporte, teatro, culinária, arquitetura, ao cinema e ao meio ambiente, conta com aulas e certificados. Saiba mais aqui.
4. Museu da Língua Portuguesa
Referência internacional, o Museu da Língua Portuguesa, como o nome já indica, aborda a linguagem oral e escrita no país. Além do acervo, exposições temporárias de alto nível animam qualquer um. Não foi o suficiente para te convencer? Saiba então que ele fica no majestoso prédio da Estação da Luz, no centro de São Paulo. Mais informações aqui.
5. SESC Pompéia
Projetada pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi a partir de uma antiga fábrica de tambores na Pompéia, a unidade do SESC é uma referência na rede e conta com uma programação intensa de shows, peças de teatro, exposições, atividades esportivas além de uma revistaria aberta ao público e uma grande biblioteca. Veja mais aqui.
6. Biblioteca de São Paulo
A biblioteca de São Paulo tem 4.257 m², cerca de 30 mil itens e é um prato cheio para os leitores paulistanos. Localizada no Parque da Juventude, antigo Carandiru, conta ainda com (mais…)
Crianças de escola pública desenvolvem aplicativo para incentivar novos talentos
0As garotas ficaram em 2º lugar no evento internacional Startup Weekend e receberam apoio do Banco Palmas para tornar o projeto realidade
Publicado em Tribuna do Ceará
Transformar arte em produto. Essa é a ideia de cinco meninas, que criaram um aplicativo para incentivar novos talentos em instituições de ensino. As garotas, de faixa etária entre 11 e 14 anos, estudam na escola municipal Maria Helenilce Cavalcante Martins, no Conjunto Palmeiras, e pretendem beneficiar a comunidade onde vivem, uma das mais violentas de Fortaleza.
Pensando nos amigos com habilidade nos desenhos e sem oportunidades de expandir a aptidão, Tifany Ambrósio, Ana Vitória Ribeiro, Kaiane Costa, Rayssa Mara e Maria Keliane criaram a ideia do aplicativo Traço Kids.
“O propósito é transformar a região em um celeiro de jovens que possam usar a tecnologia e a programação para entender e transformar a sua realidade e a da comunidade”, afirma o professor Cleudson Santos.
Trata-se de uma pinacoteca virtual, onde os talentos infantis podem ser divulgados a partir de cadastros da escola e, em seguida, vendidos a empresas para serem utilizados em capas de cadernos, roupas, brindes corporativos ou cases para celulares. “A criança vai desenhar, a gente vai colocar no aplicativo, as pessoas vão baixar esse aplicativo. Se algum desenho interessar à pessoa, ela compra, e com o dinheiro arrecadado a gente compra material de desenho”, explica a estudante Tifany Ambrósio, de 14 anos.
Elas tiveram o projeto selecionado em um evento de tecnologia, que incentiva garotas a conhecer melhor o universo da programação e a criar aplicativos para celular para solucionar programas da comunidade. O objetivo do Startup Weekend é estimular a participação feminina na programação, universo tradicionalmente masculino.
“As empresas poderão usar os desenhos, e os valores serão revertidos para compras de materiais de pinturas ou disponibilização de cursos de desenho. É uma ideia revolucionária”, comemora o o professor.
As meninas foram orientadas por programadores e monitores no Instituto Banco Palmas, no Conjunto Palmeiras. O instituto também disponibilizou laboratório de informática para as atividades. “Fizemos uma reunião com elas, foi colocado e discutido o problema do bairro. Elas apontaram sugestões, e verificamos se tinha viabilidade econômica. A ideia foi apresentada em apenas 60 segundos”, conta o professor.
E não é que as garotas se deram bem? O aplicativo ficou em segundo lugar no Startup Weekend. Agora, o próximo passo é criar o selo Traço Kids, para que sejam vendidas licenças de uso da arte. Em seguida, as alunas desenvolverão a programação do app, com financiamento do Banco Palmas, e apoio do Instituto Centro de Ensino Tecnológico do Ceará (Centec). “Foi um fim de semana intenso. Elas estudaram de manhã até a noite. Vitória incrível”.
Cantando e aprendendo
Outras duas garotas cearenses, Thalita Cabral e Milena Souza, de 12 e 11 anos – respectivamente, também participaram do evento internacional, e receberam menção honrosa pelo desenvolvimento do protótipo do app “Cantando e Aprendendo”. O software tem a intenção de permitir que as pessoas treinem habilidades de fala enquanto cantam e auxiliar fonoaudiólogos em seus trabalhos.
“A educação é o caminho para mudar essa realidade, e a tecnologia é uma ferramenta acessível e atraente às crianças e adolescentes. É possível fazer coisas incríveis quando bem orientadas”, conclui o professor Cleudson.