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Desaparecimento de estudante no Acre pode estar envolvido em marketing para venda de livros
0Publicado na Folha Nobre
Em cumprimento a um mandado de busca e apreensão nesta quarta-feira, 31, na casa de Marcelo Ferreira, no bairro Pedro Roseno, amigo de Bruno Borges, o estudante desparecido desde o dia 27 de março deste ano, agentes da Polícia Civil encontraram um contrato registrado em cartório que comprova que houve uma ação planejada em torno do desaparecimento do acadêmico de Psicologia da Uninorte. O plano seria promover a venda e repartir o lucro entre o autor da obra [Bruno], Márcio Gaiote, que já prestou depoimento à polícia, e Marcelo. Na residência, agentes também encontraram uma porção de maconha.
O contrato foi assinado no dia 10 de março, 17 dias antes do desaparecimento de Bruno Borges.
O delegado Alcino Júnior informou que as buscas tiveram como objetivo informações não só “quanto a localização do Bruno, mas como a documentos que viesse a trazer informação sobre os livros que foram deixados. A forma como o Bruno desapareceu pudesse se tratar de um plano de marketing bolado por ele próprio e por pessoas que o circulavam. Essas pessoas são: Márcio Gaiote, que hoje se encontra fora do estado, e Marcelo Ferreira, que ajudou ele a escrever no teto, todo aquele quarto lá onde acabou tendo a divulgação toda daquele material e os livros também”.
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A polícia continua as investigações. O Delegado lembrou que a “Polícia Civil tem a obrigação também de fazer essa busca por desaparecidos, é uma atribuição nossa”, e acrescentou: “A gente vai verificar cada ponto em que houve uma comunicação da família, do desaparecimento, até que ponto esses contratos geraram que tipo de gastos, e verificar que consequência isso teve”.
Sobre Bruno Borges o delegado disse que “acredita que dentro desse planejamento, ele esteja aguardando essa publicação pra atingir o objetivo que era a venda desses livros”.
Fonte:Ac 24 horas
Estudante descobre sozinha desvio de bolsas dentro de universidade
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(FOTO: WIKIPEDIA/MORIO)
Júlio Viana, na Galileu
Uma estudante de jornalismo da Universidade Federal do Paraná (UFPR) descobriu sozinha um sistema que desviava dinheiro destinado a bolsas universitárias. Débora Sögur Hous, de 25 anos, iniciou sua pesquisa no final de 2014, utilizando os dados disponibilizados no portal de transparência da universidade, e passou, em janeiro, as informações coletadas para o jornal Gazeta do Povo, de Curitiba.
A operação, batizada de Research (“pesquisa” em inglês), foi deflagrada pela Polícia Federal (PF) no dia 15 de fevereiro e já prendeu 27 pessoas suspeitas de participarem do esquema que, segundo a PF, o TCU e a Controladoria-Geral da União chegou a desviar quase 7,3 milhões de reais em recursos para bolsas.
Os desvios teriam ocorrido entre os anos de 2013 e 2016. A polícia e o TCU chegaram a classificar como grosseiras as ilegalidades ocorridas na receita da universidade. A UFPR afirma, porém, que já havia inciado as apurações assim que o TCU encaminhou as denúncias para a instituição, em outubro.
Esquema revelado
Débora passou pelo menos dois anos entrando no site da UFPR, tentando entender os números ali apresentados. Tudo começou quando ela fazia parte do centro acadêmico da faculdade. A estudante entrou no sistema pela primeira vez, no fim de 2014, em busca de informações sobre a remuneração de um professor que não estava dando aulas. Interessada, ela começou a explorar o sistema e acabou parando na aba de discriminação de bolsas-auxílio, para monitorar o próprio recebimento de benefício.
Ela explica que demorou um pouco para entender como o esquema de pagamentos era feito. Mas conseguiu compreender, baseando-se na própria experiência, que os depósitos eram sempre feitos ao mesmo tempo. Ou seja, uma bolsa-auxílio para estudantes de 400 reais, por exemplo, era sempre dada para mil a duas mil pessoas de uma só vez.
Débora notou, porém, que alguns benefícios de valor anormal eram pagos apenas para algumas pessoas em particular. Alguns chegavam ao valor de 14 a 17 mil reais por mês, sendo que a maioria das bolsas para estudantes ou pesquisadores chegava no máximo a dois mil reais. Foi quando ela ficou curiosa e iniciou as investigações.
“A princípio, eu não encarava aquilo como irregularidade. Eu imaginava que era algo do serviço público, algum tipo de erro”, explica Débora à GALILEU. Ela começou então a verificar os nomes das pessoas que recebiam os benefícios. Alguns realmente possuíam pesquisas, mas outros nada tinham a ver com a UFPR.
Débora então foi atrás dessas pessoas, buscando-as no Google e no Facebook. Foi nessas pesquisas que começou a comprovar cada vez mais que algo estava errado. Alguns dos investigados não viviam no Paraná, outros não tinham ensino superior. O mais curioso porém era a ligação que alguns deles pareciam ter. “Fui olhando e percebendo algumas conexões familiares ou de amizade. Pessoas que eram amigas uma das outras, comentavam nas fotos e tudo o mais”, conta ela.
Para se certificar de que os nomes constados não eram simples erros do portal, mas recebiam, sim, os benefícios da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Débora solicitou à universidade uma relação dos nomes dos bolsistas entre 2011 e 2015. A UFPR negou o pedido, afirmando que a informação era de cunho privado.
A estudante então fez um recurso no portal e-SIC, o Sistema Eletônico do Serviço de Informação ao Cidadão, onde qualquer pessoa pode solicitar dados sobre o poder público. O pedido foi encaminhado à CAPES, que aceitou a requisição. “Eles consideraram a informação como pública e me passaram a relação de todos os bolsistas. Eu bati com o portal e eram os mesmos nomes. Isso me confirmou que não eram pesquisadores recebendo o auxílio”, explica Débora.
Então, a estudante de jornalismo tentou traçar como a verba podia ter chegado em tais pessoas. Foi quando ela chegou na Pró-Reitoria de Pós Graduação da universidade. Mais especificamente, na chefe da unidade de controle e execução orçamentária, Conceição Abadia de Abreu Mendonça, uma das indicadas pela operação. Ela notou que alguns dos nomes marcados como beneficiados pelas bolsas eram amigos dela no Facebook, alguns inclusive comentavam em suas fotos.
Só mais para frente, ela entenderia a relação real entre aquelas pessoas. Após chegar a 30 nomes suspeitos, Débora percebeu que não conseguiria tocar a investigação a fundo sem ajuda. Por isso, foi até a Gazeta do Povo. Lá, a redação fez um trabalho exaustivo de rechecagem, que apenas confirmou as informações obtidas por Débora.
Segundo o jornal, alguns dos beneficiados sabiam da origem do dinheiro. Outros, porém, diziam não fazer ideia do que estava acontecendo. A hipótese é de que a funcionária, além de repassar o dinheiro, também usava o sistema para pagar comerciantes e prestadores de serviço.
A operação porém, seria desfraldada um pouco antes da reportagem da Gazeta do Povo ser publicada. Segundo a universidade, o TCU já havia encaminhado as denúncias sobre as irregularidades em outubro, levando a instituição a ativar a polícia em dezembro. Segundo Débora, faltava pouco para o término das apurações quando a PF inciou a operação, no dia 15.
Débora afirma que os cursos que fez a ajudaram bastante a conseguir entender o processo de busca e organização de dados. Principalmente na questão de reivindicação de informação. “Mesmo com a Lei de Acesso à Informação, aprendi que aqui nada é realmente transparente a não ser que você peça. Aprendi, portanto, como abrir recursos e argumentar o porquê de algo não ser de informação privada” diz.
Segundo ela, a quantidade de dados públicos é imensa, mas não há pessoas o suficiente para verificá-los, o que leva a casos como esse. “O desvio pode ser óbvio mas na verdade não é. Neste exato meomento existem milhares de dados e números em milhares de bancos de orgãos publicos. Está tudo lá, o problema é quem vai olha-los e tirar algo deles”, coclui Débora.
(com supervisão de Nathan Fernandes)
Estudante cria biblioteca comunitária com 5 mil livros para ajudar crianças
0Publicado no CoNews
Um estudante de psicologia criou uma biblioteca comunitário com cerca de 5 mil livros para atender crianças do Setor Marista Sul, onde mora, em Aparecida de Goiânia, Região Metropolitana da capital. Segundo Johnatan Felipe Ferreira da Silva, a ideia surgiu depois que ele foi assaltado por um adolescente e constatou que devia agir de alguma forma para tentar evitar outros garotos pudessem entrar no mundo do crime.
“Levaram meu telefone. Foi uma criança de 11, 12 anos e colocou uma faca na minha barriga e pediu para eu passar o telefone para ela. Vieram dois sentimentos: um de frustração mesmo e outro de agora eu preciso fazer alguma coisa”, conta.
O espaço foi montado em dois cômodos – além de um banheiro – um em frente à casa dele, cedidos pela mãe. Por dia, chegam a passar cerca de 80 crianças pela biblioteca. Ele diz que, pouco a pouco, está tentando mudar a realidade dos pequenos do setor. “Esses efeitos vêm com o tempo, a médio e longo prazo. O que eu quero fazer é contribuir”, diz.
O local é todo enfeitado com itens que reforçam boas ações como amor e respeito, assim como o hábito da leitura. Dos frequentadores, o jovem recebe somente elogios. Um deles, Wisley Júnior, de 8 anos, comemora a construção da biblioteca.
“Se não tivesse aqui, eu ficar lá em casa fazendo o que? Nada. Venho aqui e leio, brinco, pinto, um monte de coisa”, afirma.
Já para Sabrina Ribeiro do Nascimento, de 9 anos, as visitas ao local serviram como um reforço na escola. “Aqui eu aprendo mais, onde aprendi a ler maus um pouco. Antes, eu não estava conseguindo ler quase nada”, revela.
Conheça cinco aplicativos essenciais para vida acadêmica
0A tecnologia facilitou a vida de muitas maneiras, inclusive na organização para que os estudos possam render
Publicado no IBahia
Quadro negro nunca mais! E caderno, então? O modelo da sala de aula não muda, mas os alunos sim. A tecnologia facilitou a vida de muitas maneiras, inclusive na organização para que os estudos possam render. Listamos aplicativos que vão ajudar – e muito – no sucesso da vida acadêmica.
Lecture Capture
Aulas, aulas e mais aulas, uma atrás da outra. É fácil se perder e ao chegar no cantinho de estudo querer rever algum conteúdo. Com esse aplicativo é possível gravar palestras em vídeo e ter acesso ao material mesmo offline. O app vai além dos gravadores padrões dos celulares, que permitem apenas ouvir. Com o Lecture Capture, o estudante pode criar notas e marcadores, além de montar suas próprias listas de reprodução. É compatível com iOS e Android.
StudyBlues
Tanto faz: iOS ou Android. Nos dois sistemas operacionais o aplicativo é gratuito. Nele é possível montar seu próprio plano de estudo através de cartões de memorização ou folhas de revisão. São mais de 250 milhões de notas de estudo disponíveis. Além de conseguir avaliar o progresso no aprendizado, há lembretes que o próprio aluno configura, como os horários de prova.
Timetable
A principal tarefa do Timetable é organizar em planilhas os trabalhos de casa e as datas das provas. O aplicativo, disponível na versão Android, é responsável por silenciar o telefone durante as aulas. Quem tem iPhone pode optar pelo Class TimeTable, que também é gratuito, mas possui uma versão mais atualizada por 99 centavos de dólar.
EasyBib
Pense num aplicativo que já deixa no modo correto as referências bibliográficas? Pois é, aquele trabalho de fim de curso e artigos ganhou um reforço. É só escanear o código de barras ou digitar o nome do livro que as informações já entram na padronização. Mas, como as normas variam entre as faculdades, estão disponibilizados diversos modelos. A dificuldade aqui pode ser que o aplicativo seja em inglês e reconhece muito mais fácil os títulos de fora. Quem tem iPhone ou Android pode fazer o download gratuitamente.
Scribd
Antes dos artigos começarem a ser escritos, deve-se ter em mente a linha da pesquisa. É aí que o Scribd entra: o aplicativo disponibiliza livros, audiobooks, notícias, revistas, documentos e até partituras. Enquanto muitos dos sites de notícias limitam as leituras aos seus assinantes, aqui é permitido ler qualquer material jornalístico que desejar. Estão disponíveis matérias da Bloomberg Businessweek, Time Magazine, People Magazine, Fortune e Money Magazine. Mas, em compensação, a versão gratuita garante acesso somente a três livros e um audiobook por mês. Montada a biblioteca no seu Android ou iPhone, é fácil: se acessa de qualquer lugar, inclusive offline.
Unicamp tem prova ‘exigente’ e ‘acerta no formato’, dizem professores
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Candidatos resolvem prova da primeira fase do vestibular da Unicamp, em São Paulo, em 2014 – Ricardo Matsukawa – 23.nov.2014/UOL
Guilherme Zocchio, na Folha de S.Paulo
A prova da primeira fase do vestibular 2017 da Unicamp, realizada neste domingo (20), exigiu bom domínio do conteúdo, sobretudo nas questões interdisciplinares, e acertou no formato. Essa é a opinião de professores de cursinho ouvidos pela Folha.
O exame foi difícil e precisava não só de atenção, mas também do exercício de diferentes habilidades, segundo eles. “A Unicamp, entre os vestibulares até agora, foi a que teve maior exigência de conteúdo”, afirmou Marcelo Carvalho, coordenador geral do curso Etapa.
As 13 perguntas interdisciplinares foram o diferencial da prova. “O aluno realmente precisava de informações de duas disciplinas para responder”, disse o diretor pedagógico da Oficina do Estudante, de Campinas (interior de São Paulo), Célio Tasinafo.
Para a coordenadora do colégio e curso Objetivo, Vera Lúcia da Costa Antunes, “o aluno tinha que ter domínio dos conceitos e boa interpretação textual”
O coordenador do Etapa afirmou que as interdisciplinares pediram tempo para resposta e foram, ao mesmo tempo, o ponto de destaque e de mais dificuldade. “Uma questão ou outra pode ter pecado pela especificidade, mas é interessante porque o mundo de hoje é isso.”
“A prova estava bem estruturada, de média para difícil”, declarou Paulo Moraes, diretor de ensino do Anglo Vestibulares. De acordo com ele, o grau de exigência pesou especialmente para os alunos de humanas, por conta de biologia, que “se ateve a detalhes não muito usuais [no ensino médio]”, e matemática.
“Matemática cobrava, em alguns casos, conteúdos que não eram comuns na primeira fase da Unicamp, como elipse”, afirmou Tasifano, da Oficina do Estudante.
Outra disciplina que apresentou razoável dificuldade, segundo os professores de cursinho, foi geografia. Antunes, do Objetivo, disse que eram “questões muito bem boladas”, mas que precisavam de tempo pelos mapas, figuras e interpretação dos textos.
Língua portuguesa, com 13 questões, não estava exatamente difícil, de acordo com os professores de cursinho, contudo demandava atenção e cuidado para as respostas. O conteúdo dos 12 livros da lista obrigatória esteve em seis questões e precisava de conhecimento e leitura das obras.
“Exigiram do vestibulando não só estrutura linguística, mas também conteúdo. O aluno tinha que fazer uma leitura crítica”, disse a coordenadora do Objetivo.
Moraes, do Anglo, afirmou, porém, que havia alguns problemas na elaboração das questões de língua portuguesa. “Dificultava o aluno a chegar às respostas. A elaboração não deixou muito claro qual foi o comando para o candidato.”
A primeira fase da Unicamp lembrou um pouco o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), para a coordenadora Objetivo. “Todas com figuras, textos, imagens, análise de tabelas.”
Com 90 questões de múltipla escolha e quatro alternativas de resposta, entre 12 perguntas interdisciplinares, além daquelas sobre língua portuguesa (13), matemática (13), história (9), geografia (9), física (9), química (9), biologia (9) e inglês (7), os professores ainda disseram que a Unicamp chegou à sua fórmula ideal.
O exame de primeira fase deste domingo foi, na avaliação deles, a melhor edição, desde as últimas três que a Comvest (Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp) realizou nos últimos anos.
SEGUNDA FASE
O gabarito com as respostas da prova estará disponível para consulta a partir da próxima terça-feira (22). No mesmo dia, a Comvest também divulgará a nota de corte específica de cada de um dos cursos em que os candidatos concorrem.
A divulgação com o nome dos que irão para a segunda fase da exame será em 13 de dezembro, juntamente com os locais de prova. Os candidatos terão acesso à nota que obtiveram na primeira parte do exame no dia 21 de dezembro.
A segunda fase acontecerá nos dias 15, 16 e 17 de janeiro de 2017. A Comvest alerta para que os estudantes fiquem atentos às datas das provas de habilidades específicas de arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança, que ocorrerão entre 23 a 26 de janeiro de 2017.
A lista de livros obrigatórios (confira aqui ) reúne 12 obras e é composta por diferentes gêneros e extensões, que inclui romances, coletâneas de poemas e peças teatrais, mas também textos curtos, como contos, crônicas, peças de oratória ou de crítica, a fim de levar o vestibulando a ampliar o seu campo de estudos sem sobrecarregá-lo no volume de leituras.
APROVADOS
A lista de aprovados será divulgada no dia no dia 13 de fevereiro de 2017, e os candidatos selecionados devem realizar a matrícula não presencial entre os dias 14 e 15 de fevereiro.
A Unicamp não adota o sistema de cotas, mas concede bonificação nas notas da primeira e segunda fases para alunos. Todos os candidatos que fizeram o ensino médio integralmente em escolas públicas recebem 60 pontos na primeira fase e outros 90 pontos na segunda fase.
Os candidatos de escola pública autodeclarados pretos, pardos ou indígenas têm além desses, outros 20 e 30 pontos respectivamente na primeira e na segunda fases.
Neste ano, a primeira fase do exame da Unicamp foi aplicada em Brasília e em 29 cidades do Estado de São Paulo: Araçatuba, Avaré, Bauru, Botucatu, Bragança Paulista, Campinas, Franca, Guaratinguetá, Guarulhos, Jundiaí, Limeira, Marília, Mogi das Cruzes, Mogi Guaçu, Osasco, Piracicaba, Presidente Prudente, Registro, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Carlos, São João da Boa Vista, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba e Sumaré.